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Fascite Plantar Manaus

Fascite Plantar em Manaus: Causas, Sintomas e Tratamento

Entenda a fascite plantar, suas causas e opções de tratamento em Manaus. Saiba como melhorar sua qualidade de vida com Dr. Lucas Chagas.

Fascite Plantar em Manaus: Guia Completo sobre Causas, Diagnóstico e Tratamento

A fascite plantar é a inflamação da fáscia plantar, um tecido conjuntivo que se estende do calcanhar até à base dos dedos, sustentando o arco do pé e absorvendo o impacto durante a caminhada. Quando este tecido sofre microlesões repetidas, desenvolve-se inflamação que causa dor aguda, particularmente nos primeiros passos da manhã. Este é um dos problemas ortopédicos mais comuns, afetando milhões de pessoas globalmente e impactando significativamente a qualidade de vida.

Fascite Plantar em Manaus: Causas, Sintomas e Tratamento
Foto: reprodução

O Que é Fascite Plantar e Por Que Afeta Tantas Pessoas

A fáscia plantar funciona como uma corda de sustentação sob o pé, mantendo o arco e distribuindo o peso corporal uniformemente durante atividades. Quando submetida a estresse excessivo ou uso repetitivo, pequenas lágrimas ocorrem nas fibras, levando à inflamação crônica. Este processo pode ser tão gradual que muitos pacientes não identificam o momento em que começou.

Em Manaus, onde o clima tropical quente favorece atividades ao ar livre e esportivas, a fascite plantar é frequentemente observada em indivíduos que aumentam repentinamente sua atividade física ou passam longas horas em pé. A condição não discrimina idade ou nível de atividade; desde sedentários até atletas profissionais podem desenvolvê-la.

Os sintomas clássicos incluem:

  • Dor aguda no calcanhar que piora nos primeiros passos matutinos
  • Desconforto após longos períodos em pé
  • Dor que diminui temporariamente com o repouso, mas retorna com atividade
  • Sensação de queimação na região medial do calcanhar
  • Rigidez que se intensifica após repouso prolongado

A fascite plantar frequentemente coexiste com esporão de calcâneo, uma protuberância óssea que se forma como resposta às microlesões repetidas. Embora muitos pacientes associem o esporão à dor, nem todos com esporão sentem dor, e nem toda fascite plantar apresenta esporão radiográfico.

Anatomia da fáscia plantar e localização típica de dor
Anatomia da fáscia plantar: a estrutura se estende do calcanhar aos dedos, sustentando o arco plantar

Causas Principais da Fascite Plantar: Fatores de Risco e Predisposição

Compreender as causas raiz é essencial para prevenir recorrências e implementar tratamentos eficazes. A fascite plantar raramente possui uma única causa; geralmente resulta da combinação de múltiplos fatores biomecânicos e comportamentais.

Fatores mecânicos e posturais: Pés planos (pé chato) e pés muito arqueados (pé cavo) distribuem o peso desigualmente, sobrecarregando a fáscia plantar. Além disso, encurtamento do músculo gastrocnêmio e problemas de alinhamento da coluna podem contribuir significativamente.

Atividades e ocupações: Indivíduos que passam 8-10 horas diárias em pé — vendedores, professores, enfermeiros — têm risco elevado. Atletas que aumentam abruptamente o volume de treinamento (corredores, jogadores de futebol) frequentemente desenvolvem a condição. Em Manaus, atletas amadores que treinam em superfícies duras e quentes correm risco aumentado.

Fatores biomecânicos:

  1. Obesidade e sobrepeso: Cada quilo adicional aumenta a pressão plantear em até 4-5 vezes
  2. Idade: Maior incidência entre 40-60 anos, quando a elasticidade do tecido diminui
  3. Encurtamento muscular: Especialmente do complexo gastrocnêmio-sóleo
  4. Desalinhamento do joelho ou quadril: Cria compensações que afetam o pé
  5. Pronação excessiva: O pé roda exageradamente para dentro, estressando a fáscia

Fatores de estilo de vida: Uso de calçados inadequados (muito flexíveis, sem arco, salto muito alto ou muito baixo) é uma das causas mais comuns. Sedentarismo alternado com atividade intensa, aumento repentino de exercício sem aquecimento progressivo, e falta de alongamento adequado também contribuem.

Condições médicas associadas: Diabete, artrite reumatoide, espondilite anquilosante e outras inflamações sistêmicas predispõem à fascite plantar. Nestes casos, um diagnóstico abrangente é essencial.

Diagnóstico Profissional: Como o Dr. Lucas Chagas Identifica a Fascite Plantar

O diagnóstico de fascite plantar combina avaliação clínica detalhada com recursos de imagem quando necessário. Na Clínica Brum em Manaus, o Dr. Lucas Chagas, especialista em cirurgia do pé e tornozelo com fellowship pelo INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), realiza uma avaliação biomecânica completa.

Testes clínicos específicos:

  • Teste de Windlass: Extensão passiva dos dedos que reproduz a dor ao tensionar a fáscia
  • Palpação do ponto de máxima sensibilidade: Usualmente na inserção medial do calcanhar
  • Teste de dorsiflexão: Avalia a influência do complexo gastrocnêmio
  • Análise da marcha: Identifica compensações e desalinhamentos
  • Teste de pronação: Avalia a estabilidade do arco plantar

Ultrassonografia musculoesquelética: O Dr. Lucas utiliza ultrassom de alta definição para visualizar o espessamento da fáscia plantar (>4mm indica fascite), identificar esporão de calcâneo e descartar outras condições como ruptura parcial ou bursites. Este é um exame não-invasivo, sem radiação e de custo acessível.

Ressonância magnética: Indicada em casos complexos, lesões associadas ou quando há dúvida diagnóstica. Fornece detalhes sobre edema, integridade da fáscia e envolvimento de outras estruturas.

Radiografia simples: Útil para visualizar esporão de calcâneo e descartar outras patologias ósseas, especialmente importante em pacientes com trauma prévio.

Ultrassonografia mostrando fáscia plantar inflamada
Ultrassom de alta definição detecta espessamento da fáscia plantar e esporão de calcâneo com precisão

Tratamentos Conservadores: Primeira Linha de Manejo da Fascite Plantar

A maioria dos casos (80-90%) responde bem ao tratamento conservador quando implementado adequadamente. O objetivo é reduzir a inflamação, alongar a fáscia e modificar os fatores que perpetuam a lesão.

Repouso relativo e modificação de atividades: Não significa imobilidade total, mas reduzir atividades que exacerbam a dor. Substituir corrida por caminhada leve, nadar ou pedalar (atividades sem impacto) mantém a condição cardiovascular sem sobrecarregar o pé.

Alongamento e fortalecimento: Exercícios específicos executados 2-3 vezes ao dia demonstram eficácia comprovada. Os mais efetivos incluem:

  • Alongamento da fáscia plantar: Com a planta do pé contra o chão, puxar os dedos em dorsiflexão por 30 segundos, 3-4 repetições
  • Alongamento do gastrocnêmio: Posição de afundo com parede, mantendo o calcanhar no chão por 30 segundos, 3 séries
  • Fortalecimento do arco plantar: Usar os dedos para enrugar uma toalha no chão, 3 séries de 10 repetições
  • Exercício de capilé: Levantar objetos pequenos com os dedos para fortalecer intrínsecos do pé
  • Alongamento em cadeia cinética fechada: Subir degrau com pé afetado e deixar o calcanhar descer além da borda

Crioterapia (aplicação de gelo): 15-20 minutos, 3-4 vezes ao dia especialmente após atividades. Reduz inflamação aguda e dor. Uma técnica caseira eficaz é rolar o pé sobre uma garrafa de água congelada.

Modificação de calçados: Sapatos com bom suporte de arco, calcanhar elevado (1-2 cm) e solado rígido reduzem o estresse plantear. Evitar andar descalço, chinelos ou sapatos muito flexíveis é crucial. Mulheres devem evitar saltos acima de 5 centímetros.

Palmilhas e órteses plantares: Inserções personalizadas (custom-made) são superiores às genéricas, mantendo o arco elevado e distribuindo pressão uniformemente. O uso contínuo durante 4-8 semanas produz melhora significativa em 60-70% dos casos.

Anti-inflamatórios: AINEs como ibuprofeno ou naproxeno, tomados durante 2-4 semanas sob supervisão médica, reduzem dor e inflamação. Devem ser considerados em contexto de potenciais contraindicações e efeitos colaterais.

Terapias complementares: Massoterapia miofascial, com técnicas específicas de liberação, melhora a mobilidade tecidual. Algumas evidências suportam fisioterapia com foco em reeducação postural e controle motor.

Tratamentos Avançados: Quando a Terapia Conservadora Não Basta

Para os 10-20% dos pacientes que não respondem ao tratamento conservador após 6-12 meses, opções mais agressivas estão disponíveis na Clínica Brum em Manaus.

Infiltração com corticosteroide: Injeção de anti-inflamatório potente (betametasona ou triancinolona) diretamente no ponto de máxima dor da fáscia. Proporciona alívio em 1-2 dias, com pico de eficácia em 1-2 semanas. Efeito pode durar meses, mas não deve ser repetida frequentemente (máximo 3 vezes ao ano) pelo risco de degeneração tecidual.

Viscossuplementação (ácido hialurônico): Injeção de ácido hialurônico de alta peso molecular lubrifica o tecido inflamado, reduzindo atrito. Particularmente útil quando há coexistência de artrite do tornozelo ou articulações adjacentes.

Ondas de choque extracorpóreas (ESWT): Pulsos acústicos focados estimulam regeneração tecidual e neoangiogênese (formação de novos vasos). Realizada em sessões semanais (3-5 sessions), demonstra eficácia em 60-70% dos casos crônicos refratários. Particularmente útil quando combinada com terapia física.

Laserterapia (Low-Level Laser Therapy - LLLT): Luz laser de baixa intensidade penetra o tecido, estimulando mitocôndrias e reduzindo citocinas inflamatórias. Sessões de 10-15 minutos, 2-3 vezes por semana, aceleram a cicatrização. Segura, sem efeitos colaterais significativos.

Magnetoterapia: Campos magnéticos pulsáteis modulam a resposta inflamatória e melhoram fluxo sanguíneo. Complementar às outras terapias, pode ser usada em casa com dispositivos portáteis.

Cirurgia minimamente invasiva (técnica percutânea): Para os 5-10% refratários a todos os tratamentos conservadores, o Dr. Lucas Chagas oferece cirurgia do pé com técnicas percutâneas (minimamente invasivas). A liberação percutânea da fáscia plantar reduz a tensão tisular, promovendo cicatrização eficaz. Realizada sob anestesia local, com recuperação em 2-4 semanas, taxa de sucesso acima de 80%.

Equipamento de ondas de choque extracorpóreas para tratamento de fascite plantar
Ondas de choque extracorpóreas estimulam regeneração natural da fáscia plantar sem cirurgia

Erros Comuns no Tratamento da Fascite Plantar e Como Evitá-los

Fascite Plantar em Manaus: Causas, Sintomas e Tratamento
Foto: reprodução

Muitos pacientes cometam erros que prolongam a recuperação e aumentam o risco de recidiva. Reconhecer e evitar estes equívocos é fundamental.

Erro 1: Repouso completo e imobilidade prolongada. Contrário à intuição, repouso total piora a rigidez e diminui a circulação. O ideal é repouso relativo com movimento gentil e alongamento contínuo. Retomar atividade gradualmente, não abruptamente, previne recidiva.

Erro 2: Ignorar calçados inadequados. Muitos pacientes tratam a fascite mas continuam usando chinelos, sapatos muito flexíveis ou saltos inadequados. O calçado correto é tão importante quanto a medicação. Investir em bons sapatos com suporte de arco é essencial.

Erro 3: Não realizar alongamentos consistentemente. Exercícios devem ser feitos diariamente, não ocasionalmente. Falta de aderência ao programa de reabilitação é a razão número um para falha do tratamento conservador. Estabelecer rotina (manhã, tarde, noite) aumenta compliance.

Erro 4: Confundir esporão de calcâneo com a causa primária. O esporão é uma consequência, não a causa. Remover cirurgicamente o esporão sem tratar a biomecânica subjacente frequentemente resulta em falha terapêutica. O Dr. Lucas Chagas enfatiza que o tratamento deve abordar a causa-raiz.

Erro 5: Suspender tratamento precocemente. Melhora clínica não significa cura completa. A fáscia continua frágil e requer proteção. Retomar atividades vigorosamente muito cedo precipita recidiva em 30-50% dos casos. Processo típico leva 3-6 meses.

Erro 6: Não investigar problemas associados. Desalinhamento de joelho, fraqueza de glúteos, encurtamento de isquiotibiais — múltiplos problemas biomecânicos podem coexistir. Uma avaliação abrangente pelo Dr. Lucas Chagas identifica estes fatores para tratamento holístico.

Erro 7: Usar palmilhas genéricas ou de má qualidade. Palmilhas personalizadas custam mais mas são significativamente mais eficazes que insoles de farmácia. A personalização conforme o tipo de pé (plano, normal, cavo) é crucial.

Casos Reais: Como Pacientes em Manaus Superaram a Fascite Plantar

Histórias de sucesso ilustram a jornada do tratamento e reforçam a importância do manejo adequado.

Caso 1: Professora com dor crônica refratária. Mariana, 52 anos, professora primária em Manaus, sofria com fascite plantar há 18 meses. Acordava com dor severa, interrompendo sua vida social e trabalho. Tratou com fisioterapia convencional e anti-inflamatórios sem sucesso adequado. Consultou o Dr. Lucas Chagas que diagnosticou, via ultrassom, fáscia espessada (5.2mm) com esporão proeminente e encurtamento gastrocnêmio significativo. Realizou curso de ondas de choque (5 sessões) combinado com infiltração de corticosteroides e programa intensivo de alongamento. Após 8 semanas, retornou ao trabalho sem dor, mantendo exercícios preventivos. Ganho de qualidade de vida estimado em 90%.

Caso 2: Atleta amador com necessidade de retorno rápido. Carlos, 38 anos, jogador de futsal amador, desenvolveu fascite plantar após aumento abrupto da frequência de treino. Procurou o Dr. Lucas com urgência, pois participaria de campeonato em 6 semanas. Diagnóstico confirmou fascite aguda unilateral. Iniciou protocolo agressivo: infiltração, LLLT 3x/semana, ondas de choque 2x/semana, órtese plantear customizada, e reabilitação com fisioterapeuta especializado. Retornou ao treino em 4 semanas, competiu no campeonato sem dor recorrente. Este é exemplo de como múltiplas terapias, bem coordenadas, aceleram recuperação.

Caso 3: Paciente idoso evitando cirurgia. Dona Conceição, 68 anos, apresentava fascite plantar bilateral há 2 anos, com limitação severa de mobilidade. Família pressionava para cirurgia; ela recusava. Avaliação do Dr. Lucas revelou fáscia muito espessada, múltiplas comorbidades (diabete, hipertensão), e problemas posturais significativos. Iniciou tratamento conservador agressivo: palmilhas customizadas, alongamento supervisionado, ondas de choque, magnetoterapia, e monitoramento glicêmico. Após 4 meses, melhorou significativamente e mantém função sem necessidade cirúrgica.

Estes casos demonstram que o diagnóstico preciso e tratamento personalizado oferecem excelentes perspectivas, mesmo em situações crônicas ou complexas.

Prevenção: Como Evitar Fascite Plantar Permanentemente

Prevenção é superior ao tratamento. Indivíduos em risco ou com antecedente de fascite devem adotar medidas preventivas contínuas.

Estratégias essenciais de prevenção:

  • Uso de calçados adequados: Sapatos com bom suporte de arco, solado amortecido, e salto moderado (2-3 cm) reduzem risco dramaticamente. Trocar calçados a cada 500-800 km de uso.
  • Alongamento diário: Mesmo sem sintomas, 5-10 minutos diários de alongamento de fáscia e gastrocnêmio previne rigidez e lesão.
  • Fortalecimento do pé: Exercícios intrínsecos semanais (enrugar toalha com dedos) mantêm arco forte e estável.
  • Controle de peso: Manter IMC saudável reduz pressão plantear significativamente.
  • Aquecimento progressivo: Não aumentar atividade abruptamente; incrementos graduais de 10% por semana em volume ou intensidade.
  • Superfícies apropriadas: Evitar caminhada prolongada em superfícies muito duras ou irregulares.
  • Palmilha preventiva: Indivíduos com pé plano ou história de fascite podem usar palmilhas customizadas como medida preventiva.
  • Mobilidade de tornozelo: Manter amplitude de movimento adequada no tornozelo e articulações do pé reduz compensações.

O Dr. Lucas Chagas oferece avaliação biomecânica preventiva para atletas, indivíduos sedentários retornando à atividade, e qualquer pessoa com fatores de risco significativos.

Próximos Passos: Como Agir se Você Tem Fascite Plantar em Manaus

Se você experimenta dor no calcanhar ou suspeita de fascite plantar, a ação tempestiva previne cronicidade e complicações.

Fase 1: Autoavaliação e cuidados iniciais (semanas 1-2). Observe se a dor piora com primeiros passos matutinos, atividades prolongadas em pé, ou após corrida. Implemente gelo, alongamento suave, e use palmilha com suporte. Se não melhorar em 2 semanas com essas medidas, procure avaliação profissional.

Fase 2: Consulta especializada (semana 2-3). O Dr. Lucas Chagas, com nota 5.0 na Doctoralia e especialização em cirurgia do pé, realiza avaliação clínica detalhada e ultrassom musculoesquelético na Clínica Brum no Aleixo. Esta avaliação diagnostica com precisão e descarta outras condições (como fascite necrotizante, bursites, ou problemas neurológicos).

Fase 3: Implementação do plano terapêutico (semanas 3-12). Baseado no diagnóstico, o Dr. Lucas prescreve combinação personalizada de alongamento, modificações, infiltrações, ou terapias avançadas. Acompanhamento regular (a cada 2-4 semanas) garante progresso e ajustes quando necessário.

Contato e agendamento: Visite https://drlucaschagasortopedista.com.br/ para agendar consulta presencial ou teleconsulta. O Dr. Lucas também realiza atendimento domiciliar para pacientes com limitação de mobilidade severa.

Cobertura de convênio e particular: A Clínica Brum atende pacientes sem convênio com valores acessíveis. Consulte sobre opções de parcelamento se necessário.

Clínica Brum no bairro Aleixo, Manaus, especializada em ortopedia
Clínica Brum no Aleixo, Manaus: espaço moderno equipado para diagnóstico e tratamento de fascite plantar

Comparação entre Opções de Tratamento: Quando Escolher Qual

Diferentes cenários clínicos e preferências do paciente indicam diferentes abordagens. Compreender as vantagens e desvantagens ajuda na tomada de decisão informada.

Tratamento conservador (alongamento, gelo, palmilhas, AINEs): Indicação: Caso agudo, primeiros 6-8 semanas, boa compliance esperada. Vantagens: Baixo custo, sem efeitos colaterais, aborda causas raiz. Desvantagens: Resposta lenta (semanas a meses), requer disciplina do paciente. Taxa de sucesso: 80-90%.

Infiltração com corticosteroides: Indicação: Dor severa refratária a conservador após 4-6 semanas, necessidade de alívio rápido. Vantagens: Alívio rápido (dias), permitindo participação em reabilitação. Desvantagens: Efeito temporário, risco de enfraquecimento tecidual com repetição. Taxa de sucesso: 70-85% com alívio sustentado após 1-2 infiltrações.

Ondas de choque extracorpóreas: Indicação: Fascite crônica refratária (>3 meses), quando conservador falhou, desejo de evitar cirurgia. Vantagens: Não-invasivo, estimula regeneração, sem efeitos colaterais significativos. Desvantagens: Requer múltiplas sessões (3-5), custo intermediário, resposta variável. Taxa de sucesso: 60-70% em casos crônicos.

Laserterapia: Indicação: Complementar a outras terapias, especialmente em inflamação aguda ou crônica com resistência a ondas de choque. Vantagens: Segura, sem efeitos colaterais, melhora cicatrização. Desvantagens: Evidência moderada como monoterapia, requer aderência a múltiplas sessões. Taxa de sucesso: 50-65% como terapia complementar.

Cirurgia minimamente invasiva (liberação percutânea): Indicação: Falha de todos os tratamentos conservadores e avançados após 12 meses, incapacidade severa, desejo de resolução definitiva. Vantagens: Curativa em 80-90%, recuperação rápida (2-4 semanas), retorno à atividade em 6-8 semanas. Desvantagens: Procedimento cirúrgico (risco anestésico mínimo), custo mais alto. Taxa de sucesso: 80-90% com mínimas complicações.

O Dr. Lucas Chagas estrutura o plano terapêutico de forma escalonada, iniciando conservador e avançando apenas quando necessário, minimizando risco e custo enquanto maximiza efetividade.

Perguntas Frequentes

Qual é a diferença entre fascite plantar e esporão de calcâneo?

Fascite plantar é a inflamação da fáscia (tecido) que sustenta o arco do pé, causando dor aguda. Esporão de calcâneo é uma protuberância óssea que se forma como resposta às microlesões repetidas na fáscia. Nem toda fascite tem esporão, e nem todo esporão causa dor. O Dr. Lucas Chagas diferencia estas condições por ultrassom para direcionar tratamento específico.

Quanto tempo leva para curar fascite plantar com tratamento conservador?

Com tratamento conservador consistente (alongamento diário, gelo, palmilhas, repouso relativo), a maioria dos pacientes melhora em 6-12 semanas. Alguns requerem 3-6 meses para resolução completa. Sucesso depende de aderência ao programa, biomecânica individual e severidade da inflamação inicial. O Dr. Lucas monitora progressão via exame clínico.

É necessário fazer cirurgia para fascite plantar refratária?

Não necessariamente. Antes de cirurgia, o Dr. Lucas oferece ondas de choque extracorpóreas, laserterapia, infiltrações e combinações destas terapias. Apenas 5-10% dos pacientes refratários após 12 meses de tratamento conservador e avançado se beneficiam de cirurgia minimamente invasiva, com taxa de sucesso acima de 80%.

Qual é o melhor tipo de calçado para fascite plantar?

Sapatos com bom suporte de arco, solado rígido e amortecido, salto moderado (2-3 cm), e espaço adequado são ideais. Evitar chinelos, sapatos muito flexíveis, e saltos altos (>5 cm) ou muito baixos. Palmilhas customizadas aumentam significativamente a efetividade. O Dr. Lucas prescreve órteses personalizadas conforme tipo de pé.

Posso caminhar ou fazer exercício com fascite plantar?

Sim, repouso relativo com movimento gentil é melhor que imobilidade total. Caminhar em superfícies macias, nadar, ou pedalar (atividades sem impacto) são permitidas e benéficas. Evite corrida vigorosa e atividades que causem dor aguda. O alongamento diário é essencial. O Dr. Lucas recomenda aumentar atividade gradualmente conforme melhora.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre fascite plantar e esporão de calcâneo?

Fascite plantar é a inflamação da fáscia (tecido) que sustenta o arco do pé, causando dor aguda. Esporão de calcâneo é uma protuberância óssea que se forma como resposta às microlesões repetidas na fáscia. Nem toda fascite tem esporão, e nem todo esporão causa dor. O Dr. Lucas Chagas diferencia estas condições por ultrassom para direcionar tratamento específico.

Quanto tempo leva para curar fascite plantar com tratamento conservador?

Com tratamento conservador consistente (alongamento diário, gelo, palmilhas, repouso relativo), a maioria dos pacientes melhora em 6-12 semanas. Alguns requerem 3-6 meses para resolução completa. Sucesso depende de aderência ao programa, biomecânica individual e severidade da inflamação inicial. O Dr. Lucas monitora progressão via exame clínico.

É necessário fazer cirurgia para fascite plantar refratária?

Não necessariamente. Antes de cirurgia, o Dr. Lucas oferece ondas de choque extracorpóreas, laserterapia, infiltrações e combinações destas terapias. Apenas 5-10% dos pacientes refratários após 12 meses de tratamento conservador e avançado se beneficiam de cirurgia minimamente invasiva, com taxa de sucesso acima de 80%.

Qual é o melhor tipo de calçado para fascite plantar?

Sapatos com bom suporte de arco, solado rígido e amortecido, salto moderado (2-3 cm), e espaço adequado são ideais. Evitar chinelos, sapatos muito flexíveis, e saltos altos (>5 cm) ou muito baixos. Palmilhas customizadas aumentam significativamente a efetividade. O Dr. Lucas prescreve órteses personalizadas conforme tipo de pé.

Posso caminhar ou fazer exercício com fascite plantar?

Sim, repouso relativo com movimento gentil é melhor que imobilidade total. Caminhar em superfícies macias, nadar, ou pedalar (atividades sem impacto) são permitidas e benéficas. Evite corrida vigorosa e atividades que causem dor aguda. O alongamento diário é essencial. O Dr. Lucas recomenda aumentar atividade gradualmente conforme melhora.

Dr. Lucas Chagas Gadelha
Dr. Lucas Chagas Gadelha

Ortopedista e traumatologista em Manaus, especialista em Cirurgia do Pé e Tornozelo com fellowship pelo INTO, no Rio de Janeiro. CRM-AM 10635 | RQE 6006. Atende na Clínica Brum, no Aleixo.

A dor não precisa virar rotina

A consulta inclui exame físico detalhado e, quando necessário, avaliação por imagem no próprio consultório. Atendimento na Clínica Brum, em Manaus, presencial, por teleconsulta ou domiciliar.