Início / Serviços / Cirurgia Minimamente Invasiva do Pé
Técnica Percutânea

Cirurgia minimamente invasiva do pé e tornozelo

Corrigir o osso por cortes de poucos milímetros, sob controle radiográfico, com menos agressão às partes moles: essa é a proposta da cirurgia percutânea, que transformou o pós-operatório das cirurgias do pé.

O que é a cirurgia percutânea

Em vez das incisões abertas tradicionais, a técnica utiliza instrumentos finos introduzidos por portais de 2 a 5 milímetros. O cirurgião acompanha cada gesto por radioscopia durante o procedimento, realinha o osso e fixa com parafusos de baixo perfil quando necessário.

A técnica exige treinamento específico do cirurgião. O Dr. Lucas Chagas realizou fellowship em cirurgia do pé e tornozelo no INTO, referência nacional na formação dessas técnicas.

O que pode ser tratado por essa via

  • Joanete (hálux valgo) e joanete de alfaiate (na base do dedo mínimo)
  • Dedos em garra e em martelo
  • Esporão de calcâneo e liberação parcial da fáscia plantar
  • Calosidades plantares por sobrecarga óssea
  • Alongamento da musculatura da panturrilha (gêmeo medial)
  • Correções associadas do antepé

Vantagens documentadas

Comparações publicadas entre técnicas abertas e percutâneas para o antepé mostram:

  • Menos dor nas primeiras semanas de pós-operatório
  • Cicatrizes mínimas e menor risco de problemas de cicatrização
  • Apoio precoce do pé, em geral já nos primeiros dias
  • Retorno mais rápido às atividades diárias
Minimamente invasiva não significa sem critério: há deformidades que exigem técnica aberta ou combinada. A escolha da via é uma decisão técnica tomada com o paciente, baseada em exame e radiografias com carga.

Como é o pós-operatório

A maioria dos procedimentos do antepé permite alta no mesmo dia, com sandália rígida de proteção e apoio conforme orientação. Curativos são simples e as revisões acompanham a consolidação pelo raio X. A fisioterapia entra cedo para mobilidade e controle do edema.

Perguntas frequentes

Toda cirurgia do pé pode ser percutânea?

Não. A técnica tem indicações precisas. Deformidades graves, artrose avançada ou revisões podem exigir via aberta ou combinada. A avaliação define a melhor opção.

A recuperação é realmente mais rápida?

Para o antepé, os estudos mostram menos dor precoce e apoio mais cedo. O tempo de consolidação óssea, porém, é biológico e parecido entre as técnicas.

Fica cicatriz?

Ficam marcas de poucos milímetros que tendem a se tornar quase imperceptíveis. É uma vantagem real, mas o principal ganho é funcional, não estético.

É feita com anestesia geral?

Na maioria dos casos utiliza-se anestesia regional, com sedação leve. O time de anestesia define com você a opção mais segura e confortável.

Agende sua avaliação

A consulta inclui exame físico detalhado e, quando necessário, avaliação por imagem no próprio consultório. Atendimento na Clínica Brum, em Manaus, presencial, por teleconsulta ou domiciliar.